sábado, 29 de dezembro de 2012

A Visão correta do futuro



L. Roberto Silvado



Um novo ano se inicia, o futuro se torna presente e uma pergunta vem à minha mente: Como devo viver estes 365 dias que virão ? Com qual motivação devo planejar, agir e reagir?
Para responder a estas perguntas desejo destacar dois elementos inseparáveis, o realismo e a esperança. Para muitos, o realismo da vida e das pessoas os leva à desesperança. A esperança, para outros, é quase sempre irrealista.
“Mas a esperança volta quando penso no seguinte: O amor do Deus Eterno não se acaba, e a sua bondade não tem fim.”
Bíblia, livro de Lamentações de Jeremias, capítulo 3, versos 21 e 22.
O profeta Jeremias, no texto acima, nos ensina como devemos olhar para o dia de amanhã. Notem como ele é ao mesmo tempo honestamente realista e autenticamente esperançoso! Ainda que ele descrevesse toda ruína e angústia da situação do seu povo e de Jerusalém, ele também focaliza a sua mente na bondade do Deus Eterno. Sem fechar os olhos para aquilo que estava ruim e errado, ele projeta seu olhar para aquilo que Deus pode fazer e transformar. Ele baseia sua esperança no Senhor. “Deus é tudo o que tenho; por isso confio nele.” Ele reconhece que Deus é bom para com os que o buscam e nele esperam.
Assim devemos olhar o futuro, sabendo que o realismo nos permite fazer uma avaliação honesta daquilo que precisamos entregar e corrigir e também capacita-nos a descansar com confiança e esperança no poder do Deus Eterno.
Possa o próximo ano ser um ano cheio de esperança entrelaçada com a realidade da sua vida !
Feliz e abençoado Ano Novo para você!

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Natal com a glória de Deus

L. Roberto Silvado

Escolher, comprar, embrulhar, entregar…
Escolher, comprar, embrulhar, entregar…
Planejar, convidar, comprar, cozinhar, servir…
Planejar, convidar, comprar, cozinhar, servir…

Natal tem que ser mais do que isto! Como trazer significado às nossas festas?

Na noite do primeiro Natal não tinha panetone, mesa farta nem presentes debaixo da árvore de Natal, mas tinha a manifestação da glória de Deus “E aconteceu que um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor resplandeceu ao redor deles…” Você consegue colocar-se no lugar dos pastores e ver a glória de Deus manifesta?

Quando falamos em preparação para celebrar o Natal, falamos de buscar a revelação da glória de Deus. Naquele presente escolhido com amor, no convite a quem não tem família para estar conosco, no cartão de conforto para os enlutados, na cesta básica para o carente, no culto de Natal e na prece sincera, vemos manifestações da glória de Deus. O menino Jesus nos ensinou: “Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus.”

Os pastores estavam vivendo as suas vidas com tranquilidade, exercendo a sua profissão – cuidar de ovelhas – quando viram a glória do Senhor manifesta. Porque eles tinham corações ensináveis, estavam abertos a novas manifestações de Deus, viram a glória de Deus.  No meio da normalidade da vida o sobrenatural divino invadiu as suas vidas. Você e eu somos desafiados a planejar este período do ano de tal maneira que se repita o que aconteceu no primeiro Natal: “Os pastores voltaram glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido, como lhes fora dito.” Deixe a glória de Deus invadir a sua vida neste Natal e durante todo o novo ano.

O Amor nasceu para que eu e você, vendo a glória de Deus, tenhamos a certeza do amor do Pai Celeste e possamos celebrar o Natal até a volta de Jesus orando assim:

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo… a fim de que nós, os que primeiro esperamos em Cristo, sejamos para o louvor da sua glória.

Prepare a sua festa de Natal com a presença do Cristo do Natal!

Textos bíblicos utilizados:

Texto Bíblico Utilizado:Lucas 2:9; Mateus 5:16; Lucas 2:20; Efésios 1:3,12

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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Solteiro, cristão e feliz


Colaboração: Ana Luiza Janisch

A realidade deste mundo é complicada. Solteiros ‘felizes’ são aqueles que, como a música diz, “são de todo mundo e todo mundo é de ninguém”.E são felizes superficialmente, porque vivem um amor egoísta, e nada que provêm do egoísmo pode trazer uma felicidade duradoura.

Hoje escrevo esse post para você que é solteiro. Quero te dizer que dá pra ser um cristão feliz no período solteiro da vida. Eu sei porque vivi por 23 anos sem relacionamento, e passei tanto pela tristeza quanto por uma felicidade incrível. Apesar das lutas, que sempre existirão, é possível ser solteiro, cristão e feliz.

Aí vão algumas dicas:

1. Não espere que só quando estiver casado você será feliz. Busque ser feliz hoje!

Deus deu diferentes dons para cada um. Uns são chamados para serem missionários e abrirem mão de tudo (inclusive do casamento). Conheço uma missionária que foi para a tribo indígena dos Jarawara quando tinha 20 anos, e ficou lá por décadas. Ela se casou, mas só depois de muitos anos. Ela entregou sua juventude para servir a Deus.

Se você é chamado para algo assim, obedeça. Se você sonha em casar e quer muito ter uma família, ore a Deus. Nós não mandamos em nosso tempo, nem em nossa vida. Mas a felicidade está disponível em qualquer momento de nossa vida. Por isso não ache que você só será feliz com uma companheira/o – confie em Deus, pois dele vem toda a felicidade!

“Como são felizes todos os que nele esperam!” – Isaías 30:18

2. Estar solteiro é um tempo incrível para servir a Deus. Não acelere esse tempo em sua vida por causa de carência!

Conheço pessoas que começaram a namorar cedo e casaram (e são felizes), e outras que deram errado e deixaram muitas marcas. Não tem regra. Mas aqueles que forçam um relacionamento muito cedo na vida geralmente se arrependem de não terem tido tanto tempo para fazer as coisas de Deus, ou até de terem estado mais com os amigos.

Tudo tem seu tempo. Se você se casar com 25 anos e viver até os 75 anos, você passará o dobro de tempo casado. É muito tempo! Casar é maravilhoso, mas no tempo certo, com a pessoa certa. Como diz em Cantares 2:7, “não acordeis nem desperteis o meu amor, até que queira.” Ou seja, na hora errada esse ‘amor’ pode ser encrenca.

Eu aproveitei meu tempo de solteiro para fazer viagens, estudar, trabalhar, curtir com amigos. Fui para o Haiti ajudar pessoas, fui para o Chile estudar espanhol, fui pular de parapente, jogar bola com os amigos, e tanta coisa boa. Hoje quero construir minha vida com a Bruna. Não que eu vou ser sem graça e deixar de curtir, mas as responsabilidades aumentam com o tempo. E isso também é benção de Deus – mas se não for no tempo certo, essas responsabilidades podem ser um peso excessivo.

Por isso, lembre-se: há um tempo certo para tudo na vida. “Tempo de chorar, tempo de rir; tempo de prantear, tempo de dançar” (Ecl. 3:4) … tempo de curtir solteiro, tempo de namorar; tempo de viajar fazendo missões, tempo de cuidar de casa, …

3. Comprometa-se com Deus. Tenha ele como seu primeiro relacionamento!

Um dia vi um líder de louvor e amigo de muitos anos chamado Asaph Borba ministrando. Ele levantou suas duas mãos e disse: “esse anel na mão esquerda é de compromisso com minha esposa. Tenho uma aliança com ela. E esse anel na mão direita é o meu compromisso com meu Deus. Tenho uma aliança eterna com o meu Senhor!”

Achei fantástico isso. O amor a Deus é o centro de qualquer outro amor. Esse amor a Deus faz com que amemos muito mais a todos à nossa volta. Por isso, se você quer ter um relacionamento saudável e feliz algum dia, comece a investir amando a Deus – Ele tem vários segredos pra te ensinar sobre como ser feliz e cheio de amor pra dar e receber!

Ser um cristão solteiro e feliz é difícil se você quer muito se casar e parece que as coisas não acontecem. É difícil se todos à sua volta namoram e você não. É difícil quando parece que você tem muito mais hormônios que todo mundo, e às vezes não consegue se controlar. É difícil quando o mundo inteiro diz algo e você rema contra a corrente.

Mas não tenha vergonha de estar solteiro há tanto tempo (se esse é seu caso) – alguns se casam com pressa e terminam rápido, mas aquele que espera o tempo certo é sábio. Não tenha medo de ficar só e triste – Deus é contigo, e ele supre suas necessidades.

Eu venho aqui dizer a você que é solteiro: aproveite esse tempo, dedique-se a Deus e você será feliz! As coisas vão se encaixar no tempo certo, se você entregar sua vida nas mãos dEle.

por Matheus Ortega.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Para o bem ou para o mal?


Conta-se de um idoso senhor chinês que tinha como fonte de renda uma criação de cavalos. Quando um de seus cavalos premiados fugiu, os seus amigos reuniram-se em sua casa para condoer-se de sua grande perda. Após terem expressado o quanto lamentavam, o homem levantou a seguinte pergunta: “Como posso saber se o que aconteceu foi bom ou mal?”
Alguns dias passados, o cavalo ao retornar, trouxe consigo outros que o acompanharam de perto. As mesmas pessoas, novamente, vieram à sua casa – desta vez para celebrar a sua sorte grande. “Mas, como eu posso saber se é para o bem ou para o mal?” – o idoso senhor perguntou-lhes.
Naquela mesma tarde, o filho daquele homem teve a sua perna fraturada pelo coice de um cavalo. Mais uma vez, os seus conhecidos reuniram-se em sua casa, agora para lamentar pelo que ocorrera a seu filho. “Mas como posso eu saber se isto é bom ou mal?” – o pai perguntou mais uma vez. Certo tempo depois disso, decretou-se estado de guerra. Logo, o seu filho fora dispensado do serviço militar devido ao acidente em sua perna.
Como você deve ter imaginado, os amigos, mais uma vez, foram à casa daquele senhor; porém, daremos um ponto final à história agora. Você facilmente seria capaz de supor como esta história continuaria. Isto ilustra que a nossa perspectiva humana torna impossível saber-se com certeza como devemos interpretar os acontecimentos da vida.
Já a perspectiva de Deus é diferente:
“Pois sabemos que todas em todas as coisas Deus trabalha para o bem daqueles que o amam, daqueles a quem ele chamou segundo o seu propósito.”
Bíblia, livro de Romanos, capítulo 8 verso 28.
Você não precisa fazer a pergunta daquele idoso chinês. Deus nos dá a certeza que, se deixarmos a nossa vida nas Suas mãos, tudo o que Ele faz nela é para o nosso bem. Ele apenas está esperando que você confie nele.
Faça isso, e veja a vida de uma perspectiva totalmente nova!
“Ponha a sua vida nas mãos do Deus Eterno, confie nele, e ele o ajudará.”
Bíblia, livro de Salmos, capítulo 37 verso 5.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Deve um cristão comemorar o Halloween ou Dia das Bruxas?


A maioria das pessoas consideram o Halloween como uma festa inofensiva para os seus filhos, que lhes permite ter uma noite de “fantasia e diversão.”

Mas será que este padrão é válido para os cristãos? Vestir-se como fantasmas, demônios e bruxas “não é grande coisa”? Ou fazer isto é estar glorificando e dando poderes a Satanás?

Se temos verdadeiramente empenhado nossos corações e nossas vidas a Cristo, nós devemos nos propor a estarmos separados do mundo, como pessoas que procuram refletir a bondade e o amor de Deus. O apóstolo Paulo em Filipenses 4:8 aconselha os cristãos a preencherem continuamente suas mentes com o que é bom. Um olhar cuidadoso e honesto sobre o Halloween revela que pouco ou nada é bom nesta festa. Pelo contrário, é um dia que aponta para o satanismo, para o medo, e para a gula.

Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo? (2 Coríntios 6:14-15)

Embora a palavra Halloween signifique “santo ou noite sagrada”, a história mostra que nada poderia estar mais longe da verdade do que esta festa. Halloween é claramente uma relíquia dos tempos pagãos, e ela nunca refletiu nenhuma verdade ou virtudes cristãs.

Os costumes ligados ao Halloween estão comumente ligados a uma festa celebrada pelos sacerdotes druidas, das tribos Celticas que ocuparam o norte e oeste da Europa. Esta festa, que remonta muitos séculos antes de Cristo, começou em 31 de outubro de cada ano e foi chamada de festival de Samhain, o senhor da morte.

Como parte de sua adoração à Samhain, os sacerdotes druidas construíram grandes fogueiras nas quais tanto seres humanos como animais eram sacrificados. Esta prática bárbara continuou abertamente durante centenas de anos, até Roma conquistar a Bretanha e bani-la.

Anos se passaram, e Roma continuou a conquistar novos territórios aumentando seu poder. O povo de cada nação conquistada não só eram obrigados a tornarem-se cidadãos de Roma, como também se tornarem membros da Igreja Romana. Como você pode imaginar, estes novos “convertidos” pouco se importavam com o cristianismo e continuaram tenazmente agarrados as suas amadas práticas pagãs.

Portanto, uma vez que a Igreja Romana não foi capaz de fazer as pessoas abandonarem os seus festivais pagãos, ela decidiu então “santificar” alguns deles. A celebração druida em honra ao senhor da morte tornou-se o Dia de Todos os Santos, e passou a ser observado por todas as igrejas.

Oficialmente, ela foi proclamada como um dia para se homenagear todos os santos que tinham morrido, conhecidos ou desconhecidos. Mas, na prática, permaneceu o que era verdadeiramente, uma festa pagã do “Dia dos Mortos”.

Ao longo da sua história, o Halloween tem sido lembrado como o momento em que as forças sobrenaturais do mal prevalecem. Anton Lavey, autor de “A Bíblia Satânica” e sumo sacerdote da Igreja de Satanás, diz que o Dia das Bruxas é considerado pelos satanistas e ocultistas o mais importante dia do ano. Ele diz que, nesta noite, a magia e o poder chegam a seu nível mais alto de potência, e que qualquer bruxa ou ocultista que tenha tido dificuldade com algum feitiço ou maldição normalmente podem alcançar o sucesso em 31 de outubro, porque Satanás e os seus poderes estão no auge nesta noite..

Os adivinhos também acreditam alcançar os mais altos poderes no dia de Halloween, uma vez que as pessoas ficam ansiosas para saber o que pode acontecer a elas no próximo ano. Ainda hoje, as previsões de videntes e astrólogos são liberadas logo após o Halloween.

Claramente, os ritos e símbolos deste feriado revelam que este é um dia que glorifica a Satanás. Olhe ao seu redor. Ainda q 31 de outubro esteja distante, você provavelmente poderá ver evidências de que se aproxima o Dia das Bruxas. Fotos de fantasmas, demônios, gnomos, esqueletos, abóboras e máscaras de diabo aparecem nas vitrines das lojas em toda a parte. Filmes de terror são promovidos na televisão e nos cinemas, livrarias passam a dar mais ênfase aos livros que lidam com assuntos sobre a morte e o oculto.

Como cristãos, não devemos estar associados às coisas de Satanás. Cristo nos diz que :

“Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro…” (Mateus 6:24)

Porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação. (2 Timóteo 1:7)

Desde o seu início, a festa de Halloween tem jogado sobre o medo que as pessoas sentem. Os celtas acreditavam que na noite de 31 de outubro, demônios, bruxas, e os espíritos de todos aqueles que tinham morrido perambulavam livremente. A maioria das pessoas tinham medo de sair de suas casas nesta noite. Aqueles que tinham realmente que sair usavam máscaras grotescas e fantasias aterrorizantes. Eles acreditavam que se eles estivessem horríveis o suficiente, os espíritos iriam pensar que eram um deles e não lhes fariam qualquer mal!

Como percebemos, o medo faz parte das grandes e modernas comemorações do Halloween. Decorações sombrias, filmes de terror, e casas mal-assombradas causam uma sensação muito real sobre as crianças pequenas. É alguma surpresa a quantidade de jovens que têm tido pesadelos ou estão com medo de ficarem sozinhos no escuro? Satanás se delicia em preencher as mentes das pessoas com pensamentos de medo, morte e destruição. É uma tática que ele tem utilizado durante séculos para manter a humanidade sob o seu controle.

Deus, por outro lado, deseja dar a paz a Seus filhos. Ele não quer que sejamos paralisados pelos nossos medos.  Cristo morreu para nos livrar do pavor da morte.

Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida.(Hebreus 2:14-15)

Portanto, quando vocês comem, ou bebem, ou fazem qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus. (1 Coríntios 10:31)

Vários dias antes da festa começar, os sacerdotes druidas iam de casa em casa exigindo alimentos ou outros itens que pudessem utilizar em seus cultos a Samhain, o senhor da morte. Se um aldeão se recusasse a dar aquilo que eles queriam, o sacerdote lançaria uma maldição demoníaca sobre a casa. Esta não era uma vã ameaça, geralmente alguém da casa morria no decorrer do ano. É a partir desta prática abominável que o nosso presente de trick-or-treat “Travessuras ou gostosuras” evoluiu.

Embora seja verdade que trick-or-treat “Travessuras ou gostosuras” já não é mais essencialmente sobre maldições, trata-se de gula. As crianças vão de casa em casa, a mercearia enchendo sacolas com doces e, em seguida, voltam para casa com seu grande tesouro consumindo grandes quantidades destas gostosuras.

Mesmo esse elemento do Halloween, que pode parecer inofensivo em comparação aos outros, em nada glorifica a Deus. A Bíblia diz que o corpo é o templo do Espírito Santo. Não devíamos poluir o templo com alimentos que embotem nossas percepções de Deus e nos leve para longe dEle.

E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as. (Efésios 5:1)

Satanás fica sem dúvida jubiloso ao ver uma grande parte da “nação cristã” comemorando um feriado em sua homenagem, como algo que fosse um inofensivo divertimento. Será que por nossa negligência, estamos contribuindo para o extraordinário poder que Satanás parece ter no dia 31 de outubro?

Não importa quão excitante ou divertido que possa parecer, nenhuma festa de Halloween é para ter cristãos participando. Se verdadeiramente buscamos glorificar a Deus, então como é que podemos dedicar um dia do ano para adorar Satanás? Nós não podemos !

A Bíblia diz:

Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; (1 Pedro 2:9)

Este texto é uma tradução do artigo: Should Christians Celebrate Halloween? by Debra J. Hicks, publicado no site Amazing Facts. Crédito da Tradução: Blog Sétimo Dia http://setimodia.wordpress.com/

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Essa tal ansiedade


Jason Figueira 


“Prefiro viver 10 anos a 1000, do que 1000 anos a 10″. Essa frase do cantor e compositor Lobão não só traduz seu modo de vida, mas o de toda uma geração. O homem dos anos 90 tem buscado e exaltado a diversão. Na era da informática, a vida das pessoas também ganhou mais velocidade. Com a rapidez da informação, o cotidiano de ser humano também é alterado, fazendo com que todos tenham pressa de viver tudo o que podem e também de resolver os problemas em sua vida como se faz no computador, num piscar de olhos. As pessoas querem viver e conhecer tudo que a vida lhes oferecem, e esse parece ser o único objetivo, principalmente dos mais jovens. Em sua ânsia por sentir o gosto da “vida” eles experimentam drogas, se prostituem e entregam-se a qualquer tipo de prazer, sem se lembrar que para todo ato existe uma conseqüência. Tudo isso é apoiado implicitamente pela mídia e os meios de comunicação que tem enfatizado sem seus programas a promiscuidade, o adultério, e todo tipo de anormalidade está sendo encarada com a maior naturalidade, invertendo-se os valores.

A expectativa de vida é algo que também tem ocupado a mente do homem moderno, numa eterna busca pela “fonte da juventude”. Cientistas afirmam que encontraram a solução para um maior longevidade, com um medicamento que atrasa o envelhecimento das células. Dentro de pouco tempo o homem viverá 200 anos ou mais, mas só não se tem a explicação de como fazer para alimentar esta superpopulação daqui a 50 anos. Os problemas atuais ainda não foram resolvidos, mas vamos deixar isso para depois, afinal de contas queremos é viver mais! Queremos viver mais intensamente a vida! O homem tem conseguido um certo êxito nisso, pois o indivíduo dos anos 20 não realizava a metade das atividades que temos em nosso dia-a-dia e em percebemos.

O acompanhante de toda essa velocidade e agitação é o crescente estresse que perturba a maioria das pessoas hoje em dia. Muitos jovens estão escolhendo viver menos tempo mas com maior intensidade a vida, fazendo qualquer coisa que sentem vontade. O homem está preferindo viver 10 anos a 1000. Quer seja usando drogas, bebidas, cigarros ou com a promiscuidade sexual (provocando doenças como a AIDS), o homem tem encurtado sua vida, que é um dom oferecido por Deus.

A ansiedade parece ser inevitável atualmente, e toda essa pressa de ter que correr atrás de muitos objetivos tem causado nas pessoas a impressão que não temos tempo para nada. Acabamos por nos esquecer que a Bíblia diz que “tudo tem seu tempo determinado, há tempo para tudo debaixo do céu. Tempo de plantar e tempo de colher. Tempo de semear e tempo de colher o que se semeou”. Com a crescente tecnologia e conhecimento, o homem passa a acreditar em seus “super-poderes” e nem se lembra de que é dependente de Deus. Muitos só acreditam em si mesmos e buscam nos bens materiais, como dinheiro, um carro ou uma casa, a felicidade tão procurada. Infelizmente descobrem que esses bens trazem somente uma satisfação momentânea e, como nos ensina a Bíblia, “de que adianta ter o mundo inteiro e perder a sua alma?”. Deus tem o controle do passado, presente e futuro e é necessário você crer que ele conhece seu futuro também.

A pressa que algumas pessoas tem de viver tudo instantaneamente acaba muitas vezes encurtando sua própria vida. Deus tem todas as respostas para sua vida, basta somente crer nele e deixar que ele tome o controle. Toda ansiedade passará a não ter mais sentido, juntamente com o “medo do amanhã”, pois Ele nos ensina “buscar primeiramente o reino de Deus e a sua Justiça, e todas as outras coisas lhe serão acrescentadas”.

Não quer experimentar?

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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Vencendo a inveja e o ciúme



Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros. Gálatas 5:26.

A inveja e o ciúme são enfermidades que perturbam todas as habilidades do ser. Originaram-se com Satanás no Paraíso. … Os que lhe escutam a voz desmerecerão os outros, e deturparão e falsificarão a fim de se apresentarem bem a si mesmos. Mas coisa alguma que contamine poderá entrar no Céu, e a menos que os que nutrem esse espírito mudem, jamais poderão ali entrar, pois criticariam os anjos. Invejariam a coroa dos outros. Não saberiam em que conversar a menos que salientassem as imperfeições e erros dos demais.

Oh, se essas pessoas mudassem olhando a Jesus! Oh, se elas se tornassem mansas e humildes aprendendo dEle! Então sairiam, não como missionário de Satanás, para causar desunião e alienação, para esmagar e mutilar o caráter, mas como missionários de Cristo, para serem pacificadores e para restaurarem. Deixai entrar o Espírito Santo e expeli essa profana paixão, que não pode sobreviver no Céu. Deixai-a morrer; crucificai-a. Abri o coração aos atributos de Cristo, que era santo, inocente, incontaminado.

A Palavra de Deus exorta: “Amando os irmãos, entranhavelmente misericordiosos e afáveis”. 1 Pedro 3:8. O verdadeiro valor moral não procura fazer lugar para si mesmo pensando e falando mal, depreciando outros. Toda inveja, todo ciúme, toda maledicência, juntamente com toda incredulidade, precisam ser afastados dos filhos de Deus.

A Bíblia está cheia de instruções que nos mandam mostrar… amor e paciência e respeito em nosso trato mútuo. O amor de Jesus na vida nunca leva à malevolência e inveja. A tenra planta do amor semelhante ao de Cristo deve ser cuidadosamente tratada. Ela não cresce a menos que seja cultivada.

O Céu observa o que leva consigo uma atmosfera de paz e amor. Tal pessoa receberá seu galardão. Ela subsistirá no grande dia de Deus.

Ellen G. White, Nossa Alta Vocação, pág. 230.


Blog Sétimo Dia

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Renunciemos às coisas sem valor em nossas vidas

Colaboração Ana Luiza Janisch

A garotinha tinha 5 anos. Certo dia, esperando com a mãe no caixa de uma loja, ela viu um colar de pérolas Brancas e brilhantes, num estojo cor de rosa.
- "Por favor, mamãe, posso comprar?"

A mãe percebeu o grande interesse da filhinha. O colar custava R$ 3,50.
- "Se realmente deseja vou pensar em algumas tarefas para você e logo poderá guardar o dinheiro para comprá-lo."

Logo que chegou a casa ela esvaziou o cofrinho de moedas e contou, tinha 47 centavos, Após o jantar ela fez mais do que as tarefas regulares. Também foi ajudar à vizinha, cuidando de limpar a horta e o jardim. Ganhou mais algumas moedas. Sua avó lhe deu 2,00. Mais esforço e economia e conseguiu os 3,50, para comprar o colar. Ela amava suas pérolas. Usava-as em todo lugar - na escola, reunião, no campo, em casa e até para dormir. Ela tinha um pai muito amoroso.

Toda noite antes de dormir ele parava tudo o que estava fazendo e subia as escadas para ler uma história para ela. Certa noite, quando terminou a história, ele perguntou a filha: Você me ama? 'Claro papai. Você sabe que eu te amo.' 'Então me dê suas pérolas.' Ah, papai. Minhas pérolas não. Mas pode ficar com meu ursinho. 'Gosto muito dele.' Tudo bem, querida. Papai ama muito você. Boa noite. Deu-lhe um beijo.

Uma semana depois, ocorreu o mesmo diálogo.
- "Pode ficar com minha bonequinha.. Ela é novinha, ganhei de presente. É bonita. Também pode ficar com o cobertor amarelo dela que combina com seu pijama." - "Tudo bem, durma minha filha. Papai te ama" - Deu-lhe um beijo carinhoso.

Algumas noites depois, quando seu pai chegou, ela estava sentada na cama, com as pernas cruzadas. chegou perto, notou que o queixo tremendo e uma lágrima rolava pelo rosto.
- "Que está acontecendo querida? problemas?"
Ela não disse nada. Só estendeu a mãozinha. E quando ela abriu, lá estava o pequeno colar de pérolas.
- "Aqui papai" - Entregou com lágrimas nos seus olhos aquele colar que a tanto tempo seu amoroso pai vinha pedindo, com uma mão seu pai pegou seu colar de pérolas de plástico e com a outra ele puxou do bolso um estojo de veludo azul com um colar de pérolas genuínas e o deu para sua amada filhinha.


Há uma aplicação muito interessante, veja: Tinha tido o colar todo o tempo, seu amoroso pai estava esperando que sua filha renunciasse aquele barato colar para dar-lhe algo de verdadeiro valor. Assim é também com nosso pai celestial. Está esperando que nós renunciemos às coisas sem valor em nossas vidas para que nos dê tesouros preciosos.



Isto me faz pensar sobre as coisas a que nos apegamos. Se desejamos saber o que Deus tem para nos dar, devemos dar a ele aquilo que ele a muito nos pede. ( Mt. 6:33) E, para refletir em não reter qualquer coisa de Deus, como nosso amor , nosso trabalho voluntário no ministério.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Projeto Fiel como Daniel


Depois de muito trabalho e dedicação, conseguimos terminar nosso "Projeto Fiel como Daniel".

Para o Adolecamping da ACP 2102, fomos desafiados a fazer um vídeo com uma encenação ou mesmo uma música relacionada ao tema "Fiel como Daniel".

Mas não queríamos somente encenação ou música! Queríamos atingir as pessoas com uma mensagem de esperança, mostrar para as pessoas a história de Daniel, Misael, Ananias e Azarias.
A maioria das pessoas até conhecem Daniel e a cova dos leões. Mas nem sabem quem eram seus amigos, o que houve com eles, que foram levados como escravos à Babilônia e foram fiéis até a morte!

Tivemos então a ideia de fazer um programa de televisão com entrevistas de pessoas no Calçadão em Ponta  Grossa.
Depois de um gostoso almoço "em família" entrevistamos muitas pessoas. Nesta ocasião entregamos alguns folhetos com a história de Daniel e seus amigos, mas não completa, indicando para que as pessoas lessem a história na Bíblia.

Também resolvemos "entrevistar Daniel e seus amigos", aí sim encenando, dando ênfase na história dos primeiros capítulos do livro de Daniel na Bíblia.

Parabéns Adolescentes IASD Nova Rússia! Vocês fizeram este projeto acontecer!

Foram muitas horas para editar o vídeo, mas o resultado você pode ver no youtube.

No final do vídeo, os créditos a vocês!



segunda-feira, 2 de julho de 2012

O que os olhos não veem...


Conta-se que um cego vivia com uma caixa de sapatos bem velha ao seu lado numa linda praça em
Paris em busca de receber esmolas. Passava o dia inteiro ali e a média de moedas que conseguia
arrecadar era insignificante. Mas ele insistia em ficar por ali, pois não sabia ir para outro lugar e acabou
se condicionando a permanecer ali recebendo míseras moedas. Isso já acontecia há muitos anos.
Certo dia, um grande e famoso publicitário estrangeiro que tinha ido à França participar de um importante
evento de marketing passava por ali e viu aquela cena: um homem cego, sentado com uma velha caixa
vazia e com uma expressão que não conseguia esconder uma vida totalmente desprovida de significado
também. Ele (o publicitário), tomado de compaixão e deixando-se envolver pelo espírito criativo muito
peculiar dos publicitários e homens da propaganda, abriu sua pasta, pegou uma folha em branco e
escreveu com letras bem grandes e vermelhas uma frase, e colocou bem ao lado do velho cego com sua
caixa sem dizer nada a ele...
Ao final daquele dia o velho cego, depois de muitos anos ali naquela praça, não conseguia entender o
que havia realmente ocorrido. Precisou pedir ajuda aos guardas municipais que ali trabalhavam afim de
carregarem não só a caixa de sapatos velha cheia de moedas e agora também notas e mais um velho
blusão de lã que alguém bondosamente adaptou para que fossem depositadas ali as “contribuições”...
Ao chegar a sua velha casa, onde morava sozinho, o velho cego pediu aos policiais que lessem para ele
o que o tal homem havia escrito e que havia revolucionado a arrecadação de esmolas. Um dos policiais,
emocionado, entregou ao velho a folha onde estava escrito:
“É PRIMAVERA EM PARIS... MAS EU NÃO POSSO VER!...”


Quantas vezes deixamos de ser abençoados por Deus em função de insistirmos inutilmente em
permanecer estagnados na “praça da vida” com nossa velha “caixa de sapatos” com as migalhas que as
consequências do pecado nos deixam... Quantas vezes o pecado nos cega a tal ponto que não
conseguimos enxergar a “primavera” que Deus nos oferece a cada dia... Se os olhos da alma não
enxergam o pecado, o coração não irá sentir o que precisa ser sentido de fato.
Pr. Cristian Haese

w w w .prcristianhaese.blogspot.com
Tw itter: @pastor_cristian




quinta-feira, 28 de junho de 2012

PARA O MELHOR AMIGO, O MELHOR PEDAÇO


Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade. Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira-lata branco e preto que atendia pelo nome de Malhado. Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou outro alimento qualquer.

Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras. O mendigo era conhecido como um homem bom que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade. Não tomava bebida alcoólica e estava sempre tranqüilo, mesmo quando não recebia comida alguma. Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que precisava, alguém lhe estendia uma porção de alimentos. Serapião agradecia com reverência e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava.

Tudo que ganhava, dava primeiro para o Malhado, que, paciente, comia e ficava esperando por mais um pouco. Não tinham onde passar as noites. Onde anoiteciam, lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte do ribeirão. Ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte. Aquela figura era intrigante, pois levava uma vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor.

Certo dia, um homem, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas, foi bater um papo com o velho mendigo. Iniciou a conversa falando do Malhado, perguntou pela idade dele, mas Serapião não sabia. Dizia não ter idéia, pois se encontraram certo dia, quando ambos perambulavam pelas ruas.
Nossa amizade começou com um pedaço de pão. - Disse o mendigo.
Ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço. Ele agradeceu, abanando o rabo, e daí, não me largou mais. Ele me ajuda muito e eu retribuo essa ajuda sempre que posso.

Como vocês se ajudam? Perguntou. Ele me vigia quando estou dormindo. Ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode.

Continuando a conversa, o homem lhe fez uma nova pergunta: Serapião, você tem algum desejo de vida?

Sim, respondeu ele. Tenho vontade de comer um cachorro-quente, daqueles que têm na lanchonete da esquina.

Só isso? Indagou.

É, no momento, é só isso que eu desejo.

Pois bem, disse-lhe o homem, vou satisfazer agora esse grande desejo. Saiu, comprou um cachorro-quente e o entregou ao velho. Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e, em seguida, tirou a salsicha, deu para o Malhado, e comeu o pão com os temperos.
O homem não entendeu aquele gesto, pois imaginava que a salsicha era o melhor pedaço.

Por que você deu para o Malhado, logo a salsicha? Interrogou, intrigado.

Ele, com a boca cheia, respondeu: Para o melhor amigo, o melhor pedaço. E continuou comendo, alegre e satisfeito.

O homem se despediu de Serapião, passou a mão na cabeça do cão e saiu pensando na lição simples que tinha aprendido naquele dia.

Jesus é nosso melhor amigo, que pedaço da sua vida você tem reservado para Ele?

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Sussurro


Desconhecido


Conta-se que um amigo levou um índio para passear no centro de São Paulo. Seus olhos não conseguiam acreditar na altura dos edifícios e ele mal conseguia acompanhar o ritmo frenético das pessoas indo e vindo. Espantava-se com o barulho ensurdecedor das sirenes, dos automóveis, das pessoas falando em voz alta.

De repente, o índio falou: “Ouço um grilo!”

O amigo espantado retrucou: “Impossível ouvir um inseto tão pequeno nessa confusão!”

O índio insistiu que ouvia o cantar de um grilo. Tomando o seu cicerone pela mão, levou-o até um canteiro de plantas. Afastando as folhas, apontou para o pequeno inseto.

“Como?” Perguntou o amigo, ainda sem crer.

O índio pediu-lhe algumas moedas, e então jogou-as na calçada. Quando elas caíram e se ouviu o tilintar do metal, muita gente se voltou.

“Escutei o grilo porque o meu ouvido está acostumado com este tipo de barulho. As pessoas aqui ouvem o dinheiro caindo no chão porque foram condicionados a reagirem a esse tipo de estímulo.” Depois arrematou: “A gente ouve o que está acostumado ou treinado a ouvir.”

Vivemos em um mundo materialista. A vida nos impõem que sejamos muitas vezes duros. Acabamos nos tornando céticos. A voz de Deus não é ouvida senão por aqueles que tem o ouvido sensível. Muitas vezes a correria da vida e as agitações da nossa alma inquieta não nos permitem perceber o Divino. Treinamos os nossos sentidos para reagir apenas aos impulsos da sobrevivência, mas há realidades que só se percebem com o espírito. Aqueles que aquietam o coração e se deixam tocar pelo Eterno, escutam o sussurro de Deus.

Desejo que todos consigamos, apesar do tumulto que nos cerca, escutar o sussurro de Deus.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Não Julgar, Mas Praticar




“Não julgueis, para que não sejais julgados.” Mat. 7:1.

O esforço de obter a salvação pelas próprias obras leva inevitavelmente os homens a amontoar exigências como uma barreira contra o pecado. Pois, vendo que falham no observar a lei, imaginam regras e regulamentos eles próprios, para se obrigarem a obedecer. Tudo isto desvia a mente, de Deus para si mesmos. Seu amor extingue-se-lhes no coração, e com ele perece o amor para com seus semelhantes. Um sistema de invenção humana, com suas múltiplas exigências, induz seus adeptos a julgar a todos quantos faltem à prescrita norma humana. A atmosfera de crítica egoísta e estreita, sufoca as nobres e generosas emoções, fazendo com que os homens se tornem egocêntricos juízes e mesquinhos espias.

Desta classe eram os fariseus. Saíam dos seus cultos religiosos, não humilhados com o senso da própria fraqueza, não agradecidos pelos grandes privilégios a eles concedidos por Deus. Saíam cheios de orgulho espiritual, e seu tema era: “Eu mesmo, meus sentimentos, meus conhecimentos, meus caminhos.” Suas próprias realizações tornavam-se a norma pela qual julgavam os outros. Revestindo-se das vestes da própria dignidade, arrogavam-se a cadeira de juízes para criticar e condenar.

O povo partilhava, em grande parte, do mesmo espírito, penetrando nos domínios da consciência, e julgando-se uns aos outros em assuntos que diziam respeito à alma e Deus. Foi com referência a esse espírito e prática, que Jesus disse: “Não julgueis, para que não sejais julgados.” Mat. 7:1. Isto é, não vos ponhais como norma. Não façais de vossas opiniões, vossos pontos de vista quanto ao dever, vossas interpretações da Escritura, um critério para outros, condenando-os em vosso coração se não atingem vosso ideal. Não critiqueis a outros, conjeturando os seus motivos, e formando juízos. “Nada julgueis antes de tempo, até que o Senhor venha, o qual também trará à luz as coisas ocultas das trevas e manifestará os desígnios dos corações.” I Cor. 4:5. Não nos é possível ler o coração. Faltosos nós mesmos, não nos achamos capacitados para assentar-nos como juízes dos outros. Os homens finitos não podem julgar se não pelas aparências. Unicamente Àquele que conhece as ocultas fontes da ação, e que trata terna e compassivamente, pertence decidir o caso de cada alma.

“És inescusável quando julgas, ó homem, quem quer que sejas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu, que julgas, fazes o mesmo.” Rom. 2:1. Portanto aqueles que condenam ou criticam a outros, proclamam-se eles próprios culpados; pois fazem a mesma coisa. Ao condenarem outros, estão sentenciando-se a si mesmos; e Deus declara justa esta sentença. Ele aceita o veredicto deles próprios contra si.

Pés desajeitados, calcando a lama,

Esmagam flores, impiedosamente;

Com mãos cruéis trespassamos

O coração sensível de um amigo.

“Por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão?” Mat. 7:3.

Nem mesmo a sentença “Tu, que julgas, fazes o mesmo” (Rom. 2:1), alcança a magnitude do pecado daquele que presume criticar e condenar a seu irmão. Jesus disse: “Por que reparas tu no argueiro que está no olho de teu irmão e não vês a trave que está no teu olho?” Mat. 7:3.

Suas palavras se aplicam à pessoa que é pronta em discernir um defeito nos outros. Quando pensa que descobriu uma imperfeição no caráter ou na vida, é extremamente zelosa em buscar apontá-la; mas Jesus declara que o próprio traço de caráter desenvolvido pelo fazer esta obra anticristã é, em comparação com a falta criticada, como uma trave em comparação com um argueiro. É a própria falta do espírito de paciência e amor que o leva a fazer um mundo de um simples átomo. Aqueles que nunca experimentaram a contrição de uma completa entrega a Cristo, não manifestam em sua vida a suavizadora influência do amor do Salvador. Representam mal o brando, cortês espírito do evangelho, e ferem almas preciosas, por quem Cristo morreu. Segundo a figura empregada por nosso Salvador, aquele que condescende com o espírito de censura é culpado de um pecado maior do que aquele a quem acusa; pois não somente comete o mesmo pecado, como acrescenta ao mesmo presunção e espírito de crítica.

Cristo é a única verdadeira norma de caráter, e aquele que se põe como padrão para os outros, está-se colocando no lugar de Cristo. E visto haver o Pai dado “ao Filho todo o juízo” (João 5:22), quem quer que presuma julgar os motivos dos outros está outra vez usurpando a prerrogativa do Filho de Deus. Esses supostos juízes e críticos estão-se colocando do lado do Anticristo, “o qual se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus”. II Tess. 2:4.

O pecado que conduz aos mais infelizes resultados, é o espírito frio, crítico, irreconciliável que caracteriza o farisaísmo. Quando a experiência religiosa é destituída de amor, aí não Se encontra Jesus; aí não está a luz de Sua presença. Nenhuma atarefada atividade ou zelo sem Cristo pode suprir a falta. Haverá talvez uma admirável percepção para descobrir os defeitos dos outros mas a todos quantos condescendem com esse espírito, Jesus diz: “Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e, então, cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão.” Mat. 7:5. Aquele que é culpado de erro, é o primeiro a suspeitar do erro. Condenando o outro, está ele procurando ocultar ou desculpar o mal do próprio coração. Foi por meio do pecado que os homens adquiriram o conhecimento do mal; tão depressa havia o primeiro par pecado, começaram a se acusar um ao outro e é isto que a natureza humana inevitavelmente fará, quando não se ache controlada pela graça de Cristo.

Quando os homens condescendem com esse espírito acusador, não se satisfazem com apontar o que julgam um defeito em seu irmão. Se falham os meios brandos para levá-lo a fazer o que julgam que deve ser feito, recorrem à força. Até onde estiver ao seu alcance, obrigarão os homens a satisfazer suas idéias do que é direito. Foi isso que os judeus fizeram nos dias de Cristo, e é o que a igreja tem feito desde então, uma vez que haja perdido a graça de Cristo. Achando-se destituída do poder do amor, tem buscado o braço forte do Estado para tornar obrigatórios os seus dogmas e executar-lhe os decretos. Nisto reside o segredo de todas as leis religiosas já decretadas, e o segredo de toda perseguição, desde os dias de Abel até aos nossos dias.

Cristo não tange, mas atrai os homens a Si. Não compele, senão que constrange por amor. Quando a igreja começa a buscar o apoio do poder secular, é evidente achar-se ela destituída do poder de Cristo – o constrangimento do divino amor.

A dificuldade, porém, jaz com os membros da igreja, individualmente, e é aí que se deve operar a cura. Jesus manda que o acusador tire primeiro a trave de seu olho, renuncie a seu espírito de crítica, confesse e abandone o próprio pecado, antes de procurar corrigir a outros. Porque “não há boa árvore que dê mau fruto, nem má árvore que dê bom fruto”. Luc. 6:43. Esse espírito de acusação com que condescendeis é um fruto mau, e mostra que é má a árvore. Inútil vos é edificar-vos sobre a justiça própria. O que necessitais é mudança de coração. Precisais dessa experiência antes de vos achardes habilitados a corrigir os outros pois “do que há em abundância no coração, disso fala a boca”. Mat. 12:34.

Ao sobrevir uma crise na vida de qualquer alma, e tentardes dar conselho ou advertência, vossas palavras só exercerão, no bom sentido, o peso e a influência que vos houverem adquirido vosso exemplo e espírito. Precisais ser bons para que possais fazer o bem. Não vos será possível influenciar os outros a se transformarem enquanto vosso coração não se houver tornado humilde, refinado e brando por meio da graça de Cristo. Quando esta mudança se houver operado em vós, ser-vos-á tão natural viver para beneficiar a outros, como o é para a roseira dar suas perfumosas flores, ou a videira produzir purpurinos cachos.

Se Cristo está em vós, a “esperança da glória” (Col. 1:27), não estareis dispostos a observar os outros, a expor-lhes os erros. Em lugar de procurar acusar e condenar, tereis como objetivo ajudar, beneficiar, salvar. Ao lidar com os que se encontram em erro, atendereis à recomendação: Olha “por ti mesmo, para que não sejas também tentado”. Gál. 6:1. Procurareis lembrar as muitas vezes que tendes errado, e quão difícil vos foi achar o caminho certo uma vez que dele vos havíeis apartado. Não impelireis vosso irmão para mais densas trevas mas, coração cheio de piedade, falar-lhe-eis do perigo em que está.

Aquele que olha muitas vezes para a cruz do Calvário, lembrando-se de que seus pecados para ali levaram o Salvador, nunca buscará calcular a extensão de sua culpa em comparação com a de outros. Não se considerará como juiz para acusar a outros. Não haverá espírito de crítica ou exaltação do próprio eu por parte daqueles que andam à sombra da cruz do Calvário.

Enquanto não vos sentirdes dispostos a sacrificar o amor próprio e mesmo dar a própria vida para salvar um irmão em erro, não tirastes a trave do próprio olho de maneira a estar preparados para ajudar a um irmão. Quando assim fizerdes, podeis aproximar-vos dele, e tocar-lhe o coração. Pessoa alguma já foi conquistada de um caminho errado por meio de censura e acusações; mas muitos têm sido afastados de Cristo, e levados a cerrar o coração contra a convicção da culpa. Um espírito brando, uma suave e cativante atitude, pode salvar o errado, e cobrir uma multidão de pecados. A revelação de Cristo em vosso caráter terá um poder transformador sobre todos com quem entrardes em contato. Seja Cristo diariamente manifestado em vós e Ele revelará por vosso intermédio a energia criadora de Sua palavra – uma delicada, persuasiva e todavia poderosa influência para regenerar outras almas segundo a beleza do Senhor nosso Deus.

Não Julgar, mas Praticar

Extraído do Livro O Maior Discurso de Cristo de Ellen White.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Em tudo dai graças


Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.



Já passei por várias situações envolvendo a saúde de meus filhos.

Minha filha mais velha teve vários problemas respiratórios, alérgicos, e até mesmo foi indicada para tratamento com um reumatologista, pois os exames indicavam que ela poderia estar com Lúpus. Porém, hoje ela é saudável. A alergia está controlada, os problemas respiratórios não mais existem e o que foi considerado Lúpus, segundo o médico, falso-positivo.

Meu filho mais novo, aos três meses, teve laringite. E a partir daí, cada vez que o tempo mudava para mais frio, ele era acometido do mesmo problema de saúde. Na primeira vez passei a noite acordada, o vendo tossir a famosa “tosse de cachorro”, sem saber como proceder. Ao ser levado ao médico, fez tratamento, e melhorou. Hoje já não ocorrem crises, e se acontecer, já conheço, posso tratar desde o início.

Graças a Deus por meus filhos serem saudáveis!

Ocorre que mãe é mãe. Qualquer tossinha, febre, ou algo diferente com seu filho, já vem aquela preocupação. Fazemos tudo que está ao nosso alcance por eles.

Se os filhos têm algum problema de saúde, somos capazes de correr o mundo atrás da cura.

Felizes aquelas que possuem recursos financeiros para poder tratar o filho doente, que muitas vezes nem é assim tão doente, com o melhor médico, no melhor hospital. E aquelas que não possuem tais recursos?  Às vezes me vêm em pensamento as mães que têm seus filhos hospitalizados, com problemas de saúde insolúveis, ou mesmo com poucas chances de solução.  A fé aumenta, ou pior do que tudo, a fé vai toda embora.




Mãe que mora num hospital para poder tratar o filho!
Já visitei um hospital que trata crianças com câncer. A alegria deles, a esperança que reina em meio a eles. Comove!





Nos preocupamos quando os filhos saem e não nos avisam se estão bem. Se estão se alimentando direito, cuidando da saúde. Acredito que mães que já são avós, têm a mesma preocupação com os filhos. Filhos crescidos, trabalho dobrado, minha avozinha já dizia.

Os joelhos de mães cristãs são marcados pelas horas ajoelhadas orando em favor dos filhos.

Mãe é assim mesmo.

Mãe que chora por saber que o filho está trilhando um caminho totalmente errado. Mãe com o coração apertado, ou destroçado. Simplesmente mãe.

Mãe que vê o filho com fome e não pode alimentá-lo.

De qualquer maneira, se você é mãe e pode fazer tudo por seu filho, dar saúde, educação, alimento, então louve a Deus. Agradeça! Pois há mães que precisam de apoio para suportar certas provas, e mesmo assim muitas delas louvam e agradecem a Deus!

Mãe é assim mesmo!

Eliane Barbosa Carneiro

terça-feira, 24 de abril de 2012

O Trem da Vida


Desconhecido 

Um amigo falou-me de um livro que comparava a vida a uma viagem de trem. Uma comparação extremamente interessante,quando bem interpretada. Isso mesmo. A vida não passa de uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, alguns acidentes, surpresas agradáveis em alguns embarques e grandes tristezas em outros.

Quando nascemos, entramos nesse trem e nos deparamos com algumas pessoas que, julgamos, estarão sempre nessa viagem conosco: nossos pais. Infelizmente, isso não é verdade; em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos de seu carinho, amizade e companhia insubstituível. Mas isso não impede que, durante a viagem, pessoas interessantes, e que virão a ser super especiais para nós, embarquem. Chegam nossos irmãos, amigos e amores maravilhosos.

Muitas pessoas tomam esse trem apenas a passeio. Outros encontrarão nessa viagem muitas tristezas. Ainda outros circularão pelo trem, prontos a ajudar a quem precisa. Muitos descem e deixam saudades eternas, outros tantos passam por ele de uma forma que, quando desocupam seu acento, ninguém nem sequer percebe.

Curioso é constatar que alguns passageiros, que nos são tão caros, acomodam-se em vagões diferentes dos nossos; assim somos obrigados a fazer esse trajeto separados deles, o que não impede, é claro, que durante a viagem atravessemos, com grande dificuldade, nosso vagão e cheguemos até eles. Só que infelizmente jamais poderemos sentar ao seu lado, pois já terá alguém ocupando aquele lugar. Não importa. É assim a viagem – cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas. Porém, jamais, retornos.

Façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com todos os passageiros, procurando, em cada um deles, o que tiverem de melhor, lembrando, sempre, que em algum momento do trajeto eles poderão fraquejar, e provavelmente precisaremos entender isso, porque nós também fraquejaremos muitas vezes e, com certeza, haverá alguém que nos entenderá.

Amigos, façamos com que a nossa estada, nesse trem, seja tranqüila, que tenha valido à pena e que, quando chegar a hora de desembarcarmos, o nosso lugar vazio traga saudades e boas recordações para aqueles que prosseguirem.


quarta-feira, 4 de abril de 2012

Melhor não deixar o ovo cair

Adaptado"Still More Hot Illustrations for Youth Talks"

“A história da Páscoa é um mito”, dizia o professor de ciências de uma escola a seus alunos, alguns dias antes da Páscoa. “Jesus não saiu do túmulo,” continuou, “mas, primeiramente, não existe nenhum Deus no céu que possa permitir que seu filho seja crucificado.”

“Senhor, eu acredito em Deus”, Jimmy protestou. “E eu acredito que ele ressuscitou!”
“Jimmy, você pode acreditar no que você quiser, é claro,” o professor respondeu. “Porém, no mundo real não existe a possibilidade de tais milagres, como a ressurreição. Ninguém que acredite em milagres pode respeitar a ciência.”

“Deus não é limitado pela ciência,” Jimmy respondeu. “Ele criou a ciência!”
Incomodado com o modo como Jimmy defendia sua fé, o professor propôs um experimento cientifico. Foi até a geladeira e pegou um ovo de galinha.
“Eu vou deixar este ovo cair no chão,” começou o professor. “A gravidade vai fazer com que ele caia no chão e se despedace. “Olhando fixamente para Jimmy, ele continuou: “Agora, Jimmy, eu quero que você faça uma oração e peça ao seu deus para que quando eu soltar este ovo ele não caia no chão e se quebre. E se ele conseguir fazer isto, você terá provado que Deus existe, e eu terei que admitir isso.”

Após pensar por um momento sobre o desafio, Jimmy lentamente começou sua oração. “Querido Pai celeste,” ele iniciou. “Eu peço que quando o meu professor soltar este ovo … ele caia no chão e se quebre em uma centena de pedaços! E também, Senhor, eu peço que quando este ovo quebrar, meu professor tenha um ataque cardíaco fulminante e morra. Amém.”

Após os cochichos da classe, veio um silêncio fúnebre. Por um momento o professor não fez nada. E por fim ele olhou para o Jimmy e depois para o ovo. E, sem dar uma palavra, ele cuidadosamente devolveu o ovo na geladeira. “A aula acabou” disse o professor enquanto pegava suas coisas.

O professor aparentemente acreditava mais em Deus do que ele mesmo imaginava. Muitas pessoas são como este professor, negam que Deus existe, mas correm para ele nos momentos difíceis. Porém questionam, e o atacam todas as vezes que tem chance. Jimmy sabia que Deus não iria matar o seu professor naquele momento, mas também sabia que seu professor não apostaria sua vida por um ovo.

Quando sua vida está em jogo a idéia de que Deus existe parece fazer mais sentido.


segunda-feira, 19 de março de 2012

O que é melhor: Amor ou Paixão?


OITO CARACTERÍSTICAS DE QUEM VIVE NA PAIXÃO

1. Os sentimentos são subjetivos.

Ex: A menina fica atraída porque um rapaz canta bem, é bonito, toca um instrumento, etc …

2. Sentimento de Auto Tortura.

Ele gosta disso. Fica a vida chorando. Anda pelos cantos.

3. Superestima as pessoas.

Ele não encontra nenhum defeito nela

4. Subestimação da realidade

5. Exclusivismo

6. Dependência psicológica da pessoa “amada”.

Ela não toma nenhuma decisão sem ele

7. Comportamento sentimental. Anda nas nuvens

8. Predomina a fantasia

I CORINTIOS 13: AS VERDADEIRAS MANIFESTAÇÕES DO AMOR

1. “O amor é paciente” não se apressa a construir aquilo que está tentando edificar

2. “O amor é bondoso”, é terno, preocupa-se com o estado emotivo da outra pessoa

3. “O amor não é ciumento”, deposita fé e confiança na pessoa que ele ama. O ciúme é desconfiança de si mesmo.

4. “O amor não é orgulhoso”, não é arrogante. Sabe quando baixar a cabeça e reconhecer que estava errado.

5. O amor não age impropriamente.

6. O amor não procura seu próprio interesse.

7. O amor não provoca facilmente a ira

8. O amor não anota as faltas cometidas. Não espera uma ocasião para “jogar na cara” da pessoa.

9. O amor não debocha, não zomba das fraquezas da pessoa amada.

10. O amor tudo suporta, tudo agüenta

11. O amor tudo crê

12. O amor tudo espera, tolera.

DIFERENÇA ENTRE AMOR E PAIXÃO :

1. O amor cresce e amadurece, mas essas características requerem tempo. A paixão aparece e desaparece de forma repentina (ver J. Kemp. “Eu amo você” pág. 73)

2. Inversamente ao antigo ditado, “o amor é cego”, o amor, na verdade, não o é. Mesmo descobrindo fraquezas, continua amando. É a paixão que é cega.

3. O amor não tem por que se desculpar, porque geralmente, não fere. Porém, a paixão faz as pessoas sofrerem. Muitas vezes, é por ignorância que erramos. O amor maduro, quando passa a conhecer o que é certo, não erra mais.

4. O amor confia, entende, aceita repreensão, porém a paixão não escuta conselhos, nem procura, nem aceita.

5. O amor compartilha a pessoa amada. O amor não é exclusivista. O amor não proíbe que ele(a) converse com alguém ou mesmo participe de algum programa social (recreação). Exclusivismo e exclusividade são coisas diferentes. Só quem tem complexo é que pratica o exclusivismo. A paixão é egoísta. Fecha o círculo de amizade da pessoa “amada”. A paixão aprisiona.

6. O amor é paciente. Não causa briga e discussões por coisas banais, porém a paixão desconfia. A paixão é impaciente, ciumenta, fechada e egoísta, possessiva e ruim. Não permite o desenvolvimento da pessoa “amada”. Depois que casa, deixa a pessoa “amada” em casa, trancada.

7. O amor verdadeiro centraliza-se em uma pessoa. A paixão sente amor por mais de uma. Alguns dizem: “Não sou homem para uma só mulher”

8. O amor faz a pessoa ser laboriosa para o benefício mútuo. Faz a pessoa se dedicar com mais afinco aos estudos, ao trabalho. A paixão faz a pessoa perder a ambição, faz a pessoa substituir a realidade por sonhos.

9. O amor se interessa na totalidade da vida da pessoa amada. O amor se interessa em conhecer os antecedentes. A paixão tem interesse particular.

10. No amor a atração física é relativamente menor em relação à totalidade do relacionamento. Porém, na paixão, o contato físico toma a maior parte do relacionamento. Os encontros da paixão são especificamente para passar a maior parte do tempo se agarrando.

11. O amor é constante, duradouro. A paixão varia em intensidade, dependendo da distância, do número de encontros. A paixão oscila. No amor, nem a distância separa. Ou seja, não afeta o companheirismo. Existe sim, uma necessidade de afeto. Se não houve tempo para solidificar bases, logo haverá esfriamento.

12. O amor está disposto a aprender através da experiência. A pessoa que sabe amar aumenta a capacidade de julgar melhor o próximo relacionamento.

13. O amor é resistente e consistente. Tem a capacidade de sair ileso ante os golpes duros da vida. A paixão é frágil. Com pequenos incidentes é destruída.

14. O amor cresce na base de uma avaliação cuidadosa. Analise as qualidades e características da pessoa com quem pretende casar. A paixão confunde-se com o Amor.

15. O amor sempre perdoa, porém, a paixão não sabe perdoar.

O autor Walter Trabish em seu livro, Casei-me Com Você, agrupa 10 provas do verdadeiro amor.

1. O teste da Divisão - O seu relacionamento incentiva você a dividir os momentos de sua vida? Conta problemas pessoais sem o medo de ser traído?

2. O teste da Força - O seu relacionamento dá força para se continuar o preparo para o futuro?

3. O teste do Respeito Mútuo - Existe, entre os dois, o respeito corporal? Respeitam-se em relação aos pensamentos individuais? Devemos respeitar a privacidade

4. O teste do Hábito - Existe a aceitação mútua dos hábitos e fraquezas. Não se tenta mudar os hábitos e defeitos da outra pessoa. Ame-a pelo que ela é.

5. O teste da Briga - Desenvolveu a habilidade de resolver seus problemas sem discussões acaloradas?

6. O teste do Tempo - Vocês se conhecem o suficiente para estarem cientes da pessoa com quem passarão o resto da vida?

7. O teste da Separação - A distância mantém você fiel?

8. O teste da Dadivosidade - Você dá de si mesmo sem esperar algo em retorno?

9. O teste do Crescimento - Está seu relacionamento dinamicamente crescendo? Existe progresso em termos de maturidade?

10. O teste da Intimidade - Existe prazer mútuo sem a constante necessidade de se expressarem fisicamente?

Adaptado: Pr. Erton Köhler
FONTE

segunda-feira, 5 de março de 2012

Smartphones estão estressando tanto que até imaginamos SMS, diz pesquisa

IDG News Service / EUA
Colaboração: Ana Luiza Janish

Segundo pesquisa de universidade inglesa, uso excessivo de aparelhos pode fazer até com que pessoas imaginem ter recebido SMS.


Os níveis de stress entre os usuários de smartphones tornaram-se tão altos que alguns deles começaram a sentir “vibrações fantasmas” de mensagens de texto (SMS) não-existentes, sugere uma nova pesquisa da Universidade de Worcester, no Reino Unido.
Para isso, o psicólogo local Richard Balding conduziu testes em 100 trabalhadores e estudantes voluntários. A pesquisa revelou que as pessoas que checavam seus smartphones com mais frequência têm maior possibilidade de sofrer de estresse emocional.
Isso foi particularmente verdadeiro quando os telefones estavam sendo usados no ambiente de trabalho, com os usuários se sentindo sob pressão para verificar as mensagens de modo a ficar atualizados com o fluxo de trabalho.
No pior caso, à medida que os níveis de estresse aumentavam, os trabalhadores checavam seus telefones com cada vez mais frequência, criando um ciclo negativo no qual alguns deles até começaram acreditar que seus aparelhos estavam recebendo alertas, inexistentes na verdade.
As conclusões sobre os níveis de estresse – lançadas antes de uma apresentação que será realizada nesta semana pela British Psychological – aparentemente são verdadeiras, independentemente da profissão das pessoas. O simples fato de usar um smartphone extensivamente para fins profissionais foi o fator comum nos casos.

“O uso de smartphones está aumentando a uma taxa rápida e nós provavelmente veremos um aumentado associado em estresse com origem nas redes sociais”, disse Balding, segundo reportagem da Press Association. “As organizações não vão crescer se os seus funcionários estiverem estressados, sem consideração pela causa disso, por isso é do interesse delas encorajar os trabalhadores a desligarem seus telefones; diminuir o número e e-mails profissionais enviados e lidos fora do horário comercial, e reduzir a tentação das pessoas de checarem seus aparelhos.”

A invasão dos smartphones de trabalho na vida pessoal dos funcionários é um fenômeno já estabelecido. Uma pesquisa de 2009 descobriu que 1/3 das pessoas usava os aparelhos com essa finalidade. Além disso, 43% dos entrevistados disse que seus aparelhos tornaram suas vidas mais estressantes.

(UOL)

Devemos tomar cuidado para não tornar aparelhos e acesso à internet um deus, e deixar nossa comunhão com o Verdadeiro e Único Deus, nosso Senhor Jesus!

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Hoje a Salvação entrou em tua casa


Zaqueu era um homem muito rico em Jericó. Chefe dos cobradores de impostos, possuía muita influência, mas não era bem quisto pelo povo. Pois a Bíblia conta que ele roubava na cobrança dos impostos. Os publicanos cobravam impostos para Roma, mas cobravam valores superiores ao devido e utilizavam a diferença para eles próprios.

Ao ouvir que Jesus vinha até sua cidade, Zaqueu tentou vê-lo, mas não conseguiu. A multidão que seguia a Jesus não o permitiu pois ele tinha pequena estatura. Então teve a brilhante idéia de se adiantar à multidão e subir em uma árvore, pois sabia que Jesus teria que passar por lá.
Sempre me pergunto o porquê de Zaqueu esforçar-se tanto somente para ver a Jesus. Arriscar-se em meio  a multidão. Isto poderia levá-lo a um confronto com as pessoas a quem ele tinha defraudado. A lei o protegia na época, mas isto não o tornava inocente.

Mesmo assim, ele esforçou-se e foi ver Jesus. Zaqueu já havia sido constrangido a devolver o que havia roubado. Agora queria ver com os próprios olhos o Mestre de quem tinha ouvido. Ao subir na figueira ele sentiu-se seguro, pois agora poderia ver o Mestre.

Imagino então a surpresa de Zaqueu quando Jesus ”olhando para cima, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa.“ Lc 19:5.

 Zaqueu não sentiu-se orgulhoso, mas feliz. Como poderia o Mestre querer estar na casa de alguém tão indigno? Ao acomodar Jesus e os que com Ele estavam, Zaqueu então declarou seus planos: “Senhor, eis que eu dou aos pobres metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, o restituo quadruplicado.” Lc 1:8. Suas palavras eram sinceras, de uma decisão tomada já há algum tempo, antes de receber Jesus em sua casa.

Evidentemente, os que conspiravam contra Jesus “murmuravam, dizendo que entrara para ser hóspede de um homem pecador.” Lc 19:7

Mas para Jesus todos aqueles que desejarem salvação, Ele a concede. A misericórdia de Deus é estendida a todos os que desejarem, não importa o pecado cometido se tal pecado for confessado e houver sincero arrependimento, Jesus tem todo o poder para perdoar!

Nâo importa o quão indigno você se considere, agora é o momento de chegar até o Mestre, com sincero arrependimento, confessar seus pecados, e receber o perdão de Jesus. Ele já pagou por todos os pecados. Sendo assim, somente Ele tem o poder para nos fazer viver uma vida de santificação. Quando estamos com Ele nossa vida é melhor, diferente de outros tempos, uma vida de quem já foi salvo por Ele!

“E disse-lhe Jesus: Hoje veio a salvação a esta casa, pois também este é filho de Abraão. Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.” Lc 19:9 e 10

Que a Salvação também possa habitar em nossa casa! Amém!
Eliane Barbosa Carneiro

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Nem criança, nem adulto. Simplesmente Adolescente!


por Mayara Gisele Carneiro

O que eu ouço é que “sou jovem demais para namorar, ter um relacionamento a sério, devo aproveitar ao Máximo, sem me preocupar, pois ainda tenho tempo para conhecer a pessoa certa”, ou ainda dizem “eu preciso de um namorado porque não quero ficar ‘encalhada’, e ainda tem outros que se lamentam dizendo “eu me apaixonei por aquela pessoa e ela fazia juras de amor para mim e me abandonou, assim, do nada (e agora ficam se lamentando ou tentando mais uma chance).
Todos esses pensamentos não passam de pura ilusão!
 O tempo de Deus não é o tempo dos homens, Ele escolhe a hora certa e o momento certo para levar até você a pessoa certa. Deus fez uma pessoa que será feliz com outra, e não cabe a nós escolhermos com quem casar, nem mesmo namorar, sem ser da vontade de Deus.
Nossa vida é como um rio corre sempre na direção certa, mas nós fazemos dela ruim porque nos achamos grandes o suficiente para tomarmos conta dela sem a ajuda de ninguém para dar opinião, e é ai que erramos.
Deus sabe o que vai acontecer conosco e se nós tomarmos decisões erradas, precipitadas ou sem o consentimento dEle, virão as conseqüências mais cedo ou mais tarde.
 O que antes era algo sério agora não tem importância alguma, para a maioria das pessoas, infelizmente. “Portando deixará o varão o seu pai e sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne” Gen. 2:24. E como está escrito, a vida sexual deve-se começar no casamento porque é um presente de Deus aos casados e não aos solteiros.
Para tudo Deus tem um propósito na nossa vida!
Sim, acredito sim que somos jovens demais para namorar, mas se escolhemos namorar devemos levar a sério, ou se não for para namorar então aproveite sim, mas para estar com os amigos, e quando estiver pronto Deus irá revelar a pessoa certa para você!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Pare, por favor!


Um jovem e bem sucedido executivo dirigia por sua vizinhança, correndo um pouco demais em seu novo Jaguar. Observando crianças se lançando entre os carros estacionados, diminuiu um pouco a velocidade, quando achou ter visto algo. Enquanto passava, nenhuma criança apareceu. De repente um tijolo espatifou-se na porta lateral do Jaguar! Freou bruscamente e deu ré até o lugar de onde teria vindo o tijolo. Saltou do carro e pegou bruscamente uma criança, empurrando-a contra um veículo estacionado e gritou:
“Por que isso? Quem é você? Que besteira você pensa que está fazendo? Este é um carro novo e caro, aquele tijolo que você jogou vai me custar muito dinheiro. Por que você fez isto?”
“Por favor, senhor, me desculpe, eu não sabia mais o que fazer! Ninguém estava disposto a parar e me atender…” neste momento, lágrimas corriam do rosto do garoto, enquanto apontava na direção dos carros estacionados. “Meu irmão desceu sem freio e caiu de sua cadeira de rodas e eu não consigo levantá-lo sozinho.”
Soluçando, o menino perguntou ao executivo:
“O senhor poderia me ajudar a recolocá-lo em sua cadeira de rodas? Ele está machucado e é muito pesado para mim.”
Movido internamente muito além das palavras, o jovem motorista, engolindo um “não mesmo” dirigiu-se ao jovenzinho, colocando-o em sua cadeira de rodas. Tirou seu lenço, limpou as feridas e arranhões, verificando se tudo estava bem.
“Obrigado, e que Deus possa abençoá-lo” a criança disse a ele. O homem então viu o menino se distanciar… empurrando o irmão em direção à casa.
Foi um longo caminho de volta para o Jaguar… um longo e lento caminho de volta. Ele nunca consertou a porta amassada. Deixou-a amassada para lembrá-lo de não ir tão rápido pela vida, que alguém tivesse que atirar um tijolo para obter a sua atenção.
Deus sussura em nossas mentes e fala aos nossos corações. Algumas vezes quando nós não temos tempo de ouvir, Ele tem de jogar um tijolo em nós. E a escolha é nossa: ouvir o sussurro ou esperar pelo tijolo! E lembre-se que as tempestades da vida (enfermidades, problemas, financeiros, conflitos, etc.) podem ser gritos de Deus procurando chamar a nossa atenção”

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Estrelas e corações

L. Roberto Silvado

Astrônomos australianos utilizaram telescópios gigantescos para mapear 100.000 galáxias que estão ao redor da galáxia onde vivemos, a Via Láctea. O mapa tridimensional que eles produziram cobre apenas 5% do céu e nos permite “ver” 4 bilhões de anos luz dentro do espaço sideral. O número de estrelas incluídas nestas galáxias transcende a nossa imaginação e capacidade humana, sem entretanto desafiar o conhecimento de Deus.


É impressionante ler na Bíblia que “Foi Ele quem resolveu quantas estrelas deviam existir e chama cada uma pelo nome. Deus, o Senhor nosso, é grande e poderoso; a sua sabedoria não pode ser medida.” Ainda mais incrível é ler a afirmação do salmista de que este mesmo Deus, que é muito maior do que o Universo que Ele criou, conhece cada um de nós e se importa com as nossas dores. Ao invés de estar distante e indiferente, Ele está perto e com o seu coração cheio de amor e misericórdia para atender os que O buscam.


“Ele cura os que estão desanimados e trata os seus ferimentos” escreveu o salmista. “O Deus Eterno levanta os humildes.” A vinda de Jesus Cristo a este mundo, Sua morte e ressurreição, é a maior prova que Deus poderia dar do Seu amor e desejo de se relacionar com cada um dos seres humanos – eu e você. Ele continua pronto e perto para curar e restaurar a nossa alma ferida e cansada. O mesmo Deus que criou e deu nomes às estrelas restaura cada coração quebrantado que O busca sinceramente – porque nada é muito difícil para Deus.


Você crê nisto?


Busque a Deus agora mesmo lançando sobre Ele toda a sua ansiedade, “entregue todas as suas preocupações a Deus, pois ele cuida de você.”

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